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  LISBOA (1.07.2010).- ARKTEC apresenta a versão 7.2 do seu software Tricalc para o cálculo de estruturas, com novas e avançadas capacidades de cálculo. Entre as mais importantes destacamos a comprovação ao fogo de todos os elementos estruturais, com a particularidade de se poder definir recintos de fogo com diferentes exigências de resistência. A comprovação ao fogo passa a ser parte integrante, de forma standard,  de todas as configurações de Tricalc.

Incorpora-se o Eurocódigo-8 EN-1998, projecto de estruturas sismo resistentes  além da versão definitiva do Eurocódigo-3 Norma EN-1993. Conjuntamente com os Eurocódigos incluídos desde a versão 7.1, a versão 7.2 completa toda a série de Eurocódigos disponíveis para as tipologias estruturais calculadas pelo Tricalc.

Para aumentar o controlo de qualidade e a garantia da obra é possível realizar um rastreio dos materiais aplicados na obra. Inclui-se a possibilidade de atribuir lotes de fabricação a cada elemento estrutural, permitindo controlar os lotes utilizados na execução de cada elemento bem como os elementos em que se utilizou um determinado lote. Tricalc.Fab é uma nova aplicação desenvolvida pela Arktec que permite realizar estas tarefas e que se inclui de forma standard em cada licença do Tricalc.

Outras funções, já existentes no Tricalc, foram melhoradas na sequência de sugestões remetidas pelos utilizadores do Tricalc.
 
 

Artigos Técnicos
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Tricalc 7 Comprovação ao fogo dos elementos estruturais'  Ler...
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Eurocódigo 8 EN 1998 em Tricalc, Projecto de estruturas sismo resistentes' Ler...
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Tricalc permite gerir e rastrear os materiais' Ler...
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Tricalc gera uma tabela de fabricação de armaduras' Ler...
'Tricalc 7 Novas possibilidades de cálculo em 2ª ordem'   Ler...
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A velocidade de cálculo em Tricalc'  Ler...

 


Vídeos Tricalc 7.2

 

Ratreio dos materiais e lotes utilizados na estrutura
Comprovação da estrutura ao fogo

 

  NOVIDADES Tricalc 7.2
Apresentação PowerPoint

  Comprovação da estrutura ao fogo  
Artigo relacionado
Video

A versão Tricalc 7.2 oferece, entre outras novidades, uma função que permite realizar a comprovação ao fogo de todos os elementos estruturais, tanto de madeira como de betão, aço ou alvenaria. O programa calcula a resistência ao fogo de cada um dos elementos e, no caso de não cumprirem com a resistência exigida, obtêm os isolamentos necessários.

A nova versão do Tricalc amplia a verificação à temperatura para as lajes e muros ou paredes. Ficam excluídos os elementos da fundação (sapatas, estacas, muros de cave, paredes de contenção, laje de fundação) uma vez que não se exige a sua comprovação ao fogo.

Todas as opções relativas ao fogo foram unificadas num único submenu dentro do menu “Cálculo”. Estas opções permitem fixar critérios gerais de comprovação para toda a estrutura e definir opções diferentes para zonas específicas da mesma.
 
 
 

Normas utilizadas
A comprovação ao fogo realiza-se de acordo com o estabelecido nas distintas normas de cálculo contempladas pelo programa, formando três grandes grupos: normas espanholas (CTE, EHE-08), Eurocódigos e normas americanas. Estas normas estão representadas na tabela seguinte:

Recintos de fogo
Os recintos são prismas de base horizontal e altura limitada que o utilizador pode definir livremente, na geometria da estrutura. Cada recinto pode ter as suas próprias opções de fogo, diferentes das opções gerais estabelecidas para toda a estrutura. Portanto, quando existem zonas da estrutura com diferentes requerimentos de resistência ao fogo, é possível definir recintos e atribuir-lhe as suas correspondentes opções. Um exemplo típico é o caso dos muros de cave na garagem. 

 

Outro caso frequente é quando uma estrutura possuí zonas dedicadas a diferentes utilizações, como por exemplo a utilização industrial, armazéns, escritórios, etc.

O programa permite visualizar graficamente os recintos de incêndio definidos na estrutura, representando os seus volumes sombreados tanto em vista tridimensional como em trabalho por planos. Também é possível visualizar claramente os elementos que pertencem a cada recinto, representados com a mesma cor do recinto. Esta visualização resulta muito bem para verificar a que recintos pertencem os elementos situados na fronteira, ou os que atravessam mais de um recinto.

Os elementos estruturais pertencentes a um determinado recinto comprovam-se com as opções de fogo estabelecidas para esse recinto. Aqueles elementos que não pertencem a nenhum recinto em concreto, comprovam-se com as opções gerais da estrutura. Este sistema de trabalho é altamente flexivel, úma vez que permite definir zonas com diferentes exigências de resistência ao fogo, independentemente dos elementos contidos no seu interior e dos seus materiais. Quando existem elementos situados na fronteira entre dois recintos ou que atravessam diferentes recintos, calculam-se com as opções do mais exigente.

   
 
 
Eurocódigo Sísmico: EN 1998 Projecto de estruturas para resistência aos sismos
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Com a inclusão no Tricalc.2 do Eurocódigo Sísmico: EN 1998 Projecto de estruturas para resistência aos sismos, é necessária uma análise dos principais critários construtivos que esta norma exige para o caso de estruturas a executar em zonas de acção sísmica relevante. Desta forma, como primeira análise rápida, podemos dizer que a citada norma, impõe novas exigências neste aspecto.

A norma EN 1998 descreve os procedimentos e exigências a ter em consideração para realizar o dimensionamento de uma estrutura  ao sismo nos 31 países membros do CEN (os 27 países que formam a União Europeia mais a Croácia e os 3 países que formam a EFTA). Na norma EN 1998-1 pormenorizam-se as modificações que devemos ter em conta na geometria de uma estrutura para que esta se adeque aos preceitos desta norma.

 


EN 1998: Ductilidade
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A ductilidade é o parâmetro fundamental que define os aspectos construtivos que se devem modificar na projecto para que a estrutura trabalhe de forma correcta quando solicitada pelos esforços sísmicos. De acordo com a ductilidade definida na estrutura (dado que o Tricalc permite introduzir de uma forma muito simples nas suas opções para o cálculo do sismo), a norma obrigará a utilizar materiais, secções e armaduras diferentes. Estas condições serão mais desfavoráveis consoante aumenta o grau de ductilidade da estrutura. Podemos ter três casos: DCL, DCM e DCH. Em compensação, à maior ductilidade da estrutura, corresponderão menores esforços de cálculo procedentes do sismo.

Ductilidade Média: DCM (Art. 5.4).- Para que uma estrutura possa ser considerada como sendo de Ductilidade Média (DCM) deve cumprir uma série de requisitos referentes a Materiais, Vigas, Pilares e Paredes. Quando no Tricalc se selecciona este tipo de ductilidade, o programa aplica, de forma automática, as condições de armadura específicas, que se apresentam de seguida e verifica, avisando caso não se alcancem os mínimos exigíveis.


 
   
 
  Eurocódigo Aço: EN 1993 Projecto de estruturas de aço
Nesta versão 7.2 substituiu-se a norma experimental ENV 1993-1-1 pelas seguintes partes do Eurocódigo 3:
- EN 1993-1-1:2005 + AC:2009. Regras gerais e regras para edifícios.
- EN 1993-1-2:2005 + AC:2009. Regras Gerais – Verificação da resistência ao fogo. Não se comprovava a resistência ao fogo em versões anteriores.
- EN 1993-1-3:2006 + AC:2009. Regras Gerais – Regras adicionais para elementos enformados a frio. No caso dos perfis enformados a frio, as versões anteriores do Tricalc, à falta de um apartado apropriado da ENV 1993-1-1, utilizavam o Anexo 4 da norma espanhola NBE EA-95.
- EN 1993-1-5:2006 + AC:2009. Elementos em Placa.
- EN 1993-1-8:2005 + AC:2009. Projecto de Ligações. Já se estava utilizando em T-Connect em versões anteriores.
- EN 1993-5:2007 + AC:2009. Estacas. Estas normas aplicam-se ao seleccionar o conjunto de normas ‘Eurocódigos Estruturais’ ou ‘Portugal’.
*AC: Adendum Corrigendum

 

  Tabela geral de fabricação da estrutura
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Inclui-se uma nova funcionalidade no programa que reúne numa única tabela todas as armaduras e medições da estrutura para betão, aço e madeira. O procedimento de criação da Tabela de Fabricação é simples. Inclui-se uma função que, de forma totalmente automática, calcula a tabela a partir das armaduras obtidas pelo programa para cada elemento e as medições dos mesmos. Desta forma só devemos ter em consideração que, como é lógico, a estrutura deve estar calculada. A partir daqui, com um único “clique” teremos no ecrã a relação de todos os elementos da estrutura.  
 

 
 
  Rastreio dos materiais utilizados na estrutura: Tricalc.Fab
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Os critérios de qualidade e as garantias da construção impõem um controlo dos distintos lotes de materiais desde a sua saída da fábrica até à sua utilização nos elementos construtivos da obra. Seguindo a filosofía da empresa em respeitar em tudo o que seja possível as normas vigentes, a Arktec criou um novo programa que, conjuntamente com o Tricalc e a sua recente Tabela de Fabricação, permite realizar o controlo de todos este aspectos.

A partir da tabela de Fabricação de toda a estrutura, Tricalc.Fab mostra a árvore que se define em Tricalc (as opções de visualização e filtros do programa são muito similares às apresentadas por Tricalc para a Tabela de Fabricação).

A partir daqui iremos gerando os distintos lotes e fornecedores dos materiais que vão chegando à obra para, finalmente, ir atribuindo os materiais fornecidos nos elementos da tabela. Existe a possibilidade de localizar os elementos que foram construidos com um determinado lote, e o inverso, os lotes utilizados na construção de um elemento.

 


Configuração do Tricalc.Fab
Com cada licença de Tricalc, inclui-se uma licença de Tricalc.Fab para a sua utilização no mesmo posto de trabalho que o Tricalc. No caso de chaves de protecção monoposto, utilizando a mesma chave do Tricalc; no caso de chaves de rede, utilizando os postos de trabalho do Tricalc, ou seja, em cada posto de trabalho pode-se utilizar Tricalc ou Tricalc.Fab, porém não de forma simultânea.

Para o caso de necessitar de utilizar Tricalc.Fab em postos de trabalho independentes do Tricalc, existe uma configuração independente de Tricalc.Fab, para postos de trabalho só de Tricalc.Fab.

Pórticos de altura limitada
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Aumentaram-se as possibilidades ao definir um pórtico, implementando-se uma opção que permite definir as cotas superior e inferior do mesmo, dado que en versões anteriores considerava-se que a altura de um pórtico era ilimitada. Dsta forma adiciona-se a possibilidade de não só gerar pórticos formados por todas las barras que existam no seu plano vertical, mas também entre outras duas cotas de um pórtico seleccionadas pelo utilizador.
 

Novos tipos de ligações em TConnect 1 e 2
Adiciona-se a possibilidade de definir e calcular ligações viga a viga não opostas, tanto soldadas pela alma, como aparafusadas a uma chapa ou cartela, por sua vez soldada à alma da viga de apoio. São as uniões típicas de vigotas às vigas ou de vigas secundárias às vigas de apoio. A ligação pode definir-se como alinhada (as faces superiores ou inferiores dos banzos da viga secundária e da viga de apoio estão no mesmo plano) como não alinhadas. São ligações fundamentalmente articuladas, apesar do programa comprovar geralmente  a sua resistência reduzida à sua flexão.
 

Novo estilo de pormenorização de armaduras de vigas
Video
Aos quatro estilos já existentes em versões anteriores adiciona-se, nesta versão, um quinto tipo, utilizado como 'standard' em vários países da América Latina e México. Este novo estilo de pormenorização, caracteriza-se por desenhar todas as armaduras e reforços dentro da secção longitudinal da viga, para o que se aplica um factor de escala vertical a esta secção. Os estribos são cotados na parte inferior da viga.

Outras funções novas
Definição do número de processadores ou núcleos a utilizar pelo programa. Este dado agora é definido pl usuario, para conseguir mejor rendimiento utilizando sólo los procesadores físicamente instalados.
Definição de um valor de margem superior para as listagens.
Aumentam-se as dimensõnes  máximas de rigidificadores nas placas de ancoragem.
Em T-Connect 3 e 4, ligações de perfis ocos, exibe-se, ao modificar o ângulo de uma barra de relleno, o intervalo de valores permitido pela norma.
É possível seleccionar o tamanho dos nós e nodos para representar no ecrã, entre 3 tamanhos possíveis: pequeno, médio e grande. O tamanho pequeno era o único utilizado em versões anteriores.
Nova opção para desenhar nos planos de armadura a secção dos apoios indirectos que incidem perpendicularmente nas vigas.

  Mais informação:
Adenda Tricalc 7.2
   

© Arktec, S.A. 2010   20 Setembro 2010